Os habitantes do rio Amarelo já dominavam a agricultura e criavam gado há pelo menos 6 mil anos. Quando se fala em agricultura oriental, logo se pensa em arroz. Mas a soja também está fortemente ligada a origem do povo chinês. Referências à planta foram encontradas em uma obra de medicina no ano 3 mil a.C. A domesticação das plantas e animais permitiu às populações permanecer uma localidade e multiplicar-se.
O mais importante animal domesticado pelos chineses era o porco. A dieta era complementada pela caça e a pesca. A criação de gado era tímida ou quase inexistente. O leite e os laticínios eram quase inexistentes na dieta chinesa.
Arroz, Milho e Soja
Com o tempo as comunidades sedentárias de agricultores do sul da Grande Muralha começaram a priorizar a produção de arroz enquanto as tribos nômades do norte adotaram a produção do milho.
A soja foi trazida pelos turcos, era conhecida pelos chineses antigos como um alimento altamente nutritivo e elemento enriquecedor da terra. Além disso, fornecia a todas as classes da população proteínas e vitaminas baratas e, com o aperfeiçoamento do método de extração, uma importante fonte de óleo.
Em geral pode-se dizer que a formação da sociedade chinesa não guardou muitas diferenças das sociedades ocidentais.
O desenvolvimento da agricultura e da pecuária trouxe excedentes que levaram a implantação de relações de troca e à consequente formação de populações agrárias. Tais aglomerados viraram cidades e depois cidades-estado. Seguiu então um período de escravagismo – as “vitimas” eram em geral as tribos bárbaras – e depois o feudalismo, chegando-se à monarquia, muito semelhante aos soberanos absolutistas ocidentais.
Comércio: Rota da Seda: Comércio de seda e outros produtos artesanais. Estabelecida por volta de 200 a 150 a.C. principalmente com o Roma.
Estrutura Social:
A família tradicional chinesa era a de um grupo extenso, com várias gerações e famílias coligadas que viviam sobre o mesmo teto, sendo uma instituição auto-suficiente para seus membros e fornecedora de cuidados para as crianças e idosas.
A Família Imperial constituía a classe mais importante da sociedade; abaixo dela havia os grandes proprietários de terras, os Mandarins (funcionários públicos letrados) e os grandes comerciantes e empresários manufatureiros.
Sobre os mandarins, eles se dividiam em em duas categorias: civil e militar, e aconselhavam o imperador em cada um desses assuntos. Cada categoria de mandarim se divide em outros noves graus: subidivindindo-se cada um destes, em duas classes, os grandes mandarins e os ordinários.
A grande maioria da população produzia os alimentos para a
sociedade, trabalhavam na terra dos nobres em troca de uma pequena parte da
colheita, tinha o direito de cultivar uma pequena terra para o sustento de sua
família, trabalhavam nas obras públicas e serviam como soldados nas guerras
promovidas pelo imperador. Bem semelhante da Idade Feudal europeia.





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