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Atenas x Esparta - Guerra do Peloponeso

PERÍODO CLÁSSICO

Foi no Peloponeso que ocorreu a Guerra do Peloponeso, que opôs Atenas, a potência marítima da Hélade, situada na Ática, e Esparta, a potência continental, que se achava no sul da península. O período clássico, do qual acontece a guerra do Peloponeso é a Grécia que conhecemos hoje, os tempos de ouro principalmente para Atenas.

ANTECEDENTES

Desde épocas remotas já havia tido inimizades entre os lacedemônios (espartanos) e atenienses, claro, quando a Grécia é invadida pelos persas as duas polis juntamente com o resto da Grécia se unem para derrotá-los, é importante lembrarmos do desempenho destacado dos atenienses nas batalhas marítimas e dos espartanos nas batalhas terrestres.


De qualquer forma, após as guerras médicas diversos conflitos surgiram direta e indiretamente entre essas duas potências, e em 454 a. C a tropa ateniense foi enviada ao Egito para apoiar a revolta da Líbia contra o Império Aquemênida, o que levou Atenas a declarar trégua de cinco anos com Esparta, e quando o conflito é reacendido e Atenas se vê em desvantagem (Segunda Guerra Sacra) e em 446-445 a. C, foi declarada a Paz dos trinta anos onde ambos comprometeram-se a não atacar seus aliados recíprocos.


PARA SABER MAIS: As guerras Médicas e a atuação tanto dos espartanos quanto dos atenienses foram retratadas nos seguintes filmes.

 2007 - DireçãoZack Snyder 
2014- DireçãoNoam Murro


MOTIVOS

PARA TUCIDIDES: “A explicação mais verídica, apesar de menos frequente alegada, é, em minha opinião, que os atenienses estavam se tornando muito poderosos, e isto inquietava os lacedemônios (espartanos), compelindo-os a recorrerem à guerra”.

RAZÃO DADA PUBLICAMENTE: Guerra de Córcira e Corinto. Revolta de Potideia.

A cidade Epidamnos em consequência da guerra contra os vizinhos bárbaros ficou devastada, enviaram então, emissários a Córcira, pedindo para que estes não permanecessem indiferentes à situação, porém, os corcireus não atenderam a súplica.  Ao não receberem ajuda de Córcira foram até coríntio pedirem ajuda.

Os coríntios atenderam a ajuda tanto por se considerarem também os colonos como por terem certa inimizade com os corcireus. “Quando, porém, os corciceus perceberam que os colonos e a guarnição haviam chegado a Epidamnos e que sua colônia tinha sido entregue aos coríntios, ficaram indignados”, assim, foram tirar “satisfação” para com os epidmanios, intimidando-lhes para que dispersassem a guarnição coríntia dali e que voltasse os exilados (estes que foram lá em Córcira entregar o plano de epdmanos e invocar o companheirismo).  Os epidmanios não deram ouvidas as intimidações dos corcireus e estes, juntamente com os exilados fizeram um cerco na cidade.

Então, os coríntios ao descobrirem sobre o cerco, declararam Epidmnos sua colônia e buscou aliados para que houvesse naus (barcos gregos) suficientes. Quando os corcireus souberam da preparação destes, foram imediatamente até Corinto, levando lacedemônios e siciônios. Não foram com intenção de declarar guerra, ofereceram propostas para os coríntios, pediram para que retirassem a guarnição de Epidmnos e em troca submeteriam o assunto à arbitragem de qualquer cidade do Peloponeso em comum acordo.  Os coríntios não aceitaram e declararam guerra contra os corcireus. 

É importante enfatizar que os coríntios sempre estiveram ao lado dos espartanos e faziam parte da liga do Peloponeso.  E Córcira não era aliada nem de Esparta nem de Atenas. De qualquer forma, ambos procuram Atenas em busca de ajuda, por sua localização geográfica, córcira recebe vantagem nas negociações com Atenas e assim sendo, os coríntios acusam Atenas de poder quebrar o tratado de paz que tinham com Esparta se cometessem tal injustiça (apoiar a causa dos corcireus). Os atenienses decidem, então, um tratado com Córcira de defesa, onde, só interfeririam para defender Córcira e os corcireus, nunca na linha de frente, a fim de não quebrar o frágil tratado de paz.


Cidade de Coríntios
(Notem que ela unifica o Peloponeso ao resto do
território grego pelo istmo coríntio) 

Revolta de potidéia. Os potideus eram aliados tributários dos atenienses e ao mesmo tempo colonos dos coríntios. Atenas com receio de revoltas pediu aos comandantes que além de que derrubassem a muralha de Potidéia, trouxessem também reféns estando no controle para que nem Potideia ou suas cidades vizinhas revoltassem.

Os potideus por outro lado tentaram persuadir aos atenienses para que não tivessem atitudes drásticas enquanto, juntamente com os coríntios procuraram os espartanos caso necessitassem de ajuda. Nesse rebuliço, Atenas não atendeu aos pedidos dos potideus, e os espartanos lhes prometeram que invadiriam a Ática (região onde se localizava Atenas) se os atenienses atacassem e ainda, aproveitando a oportunidade, os potideus junto com os calcídios e botieus se revoltaram.

Para completar, os coríntios sentindo a ameaça, mandaram as tropas de voluntários comandadas por Aristeu para ajudar Potidéia. Os atenienses ao tomarem conhecimento das tropas de Aristeu mandaram mais reforços para a macedônia e como a situação de potideia já estava crítica, foram forçados a fazer uma aliança com Perdicas e saíram da Macedônia.

A estratégia de Aristeu era cercar o exercito ateniense entre suas duas divisões uma vindo pela retaguarda, porém, Calias que comandava o exército ateniense, percebendo a manobra, também separou seu exercito mandando a cavalaria contra uma das divisões de Aristeu para que não fossem atacados pela retaguarda. Atenas vence a batalha e ergue um troféu, e, mediante a trégua, entregaram aos potideus os cadáveres dos soldados

Potideia foi cercada por duas muralhas construídas pelos atenienses, tão ação fez com que os aliados do Peloponeso fizessem assembleias a fim de debater tais questões, diversos povos estavam ressentidos (eginetas, megáricos e claro os próprios coríntios) todos alegavam que Atenas havia rompido o tratado e resgatando situações anteriores  como a guerra pérsica que foram responsáveis das muitas inimizades entre os atenienses e os peloponésios. 



O poder ateniense na Grécia antiga, graças a liga de Delos e os acontecimentos explicados causaram grande tensão no Peloponeso, esparta que tinha grande influência como cidade-estado foi sendo pressionada nas Assembleias pelos aliados da liga do Peloponeso, principalmente por Mégara e Corinto, assim declarando guerra à Atenas.

Primeiro Período 431-421 a.C

O trato de trinta anos durou apenas catorze e tanto esparta quanto Atenas começaram a buscar aliados. Com os espartanos estavam todos os povos do Peloponeso situados no sul do istmo de corinto. A exceção de argivos e dos aqueus. Fora do Peloponeso, os megáricos, os beócios, os lócrios, os foceus, os ambraciotas, os leucádios e os anactórios. Já com os atenienses estavam os quianos, os lésbios, os plateus, os messênios de Náupactos, os acarnânios, os corcireus e os zacintios. Habitantes de Cária, da Dórida vizinha à Cária, da Ionia, do heléspontos, do litoral de trácia, de todas as ilhas situadas na direção do leste entre o Peloponeso e Creta.


Este período da guerra ficou conhecido como: Guerra Arquidâmica, graças ao rei espartano Arquidamos II. Os tebanos, já no começo da guerra e sendo aliados dos espartanos, foram até a cidade de Platéia (aliada de Atenas) atacá-la, porém, sem sucesso, os plateus conseguiram conter o ataque e ainda contra-atacaram os soldados restantes que não conheciam direito o território.

O rei espartano, pouco tempo depois do ataque mal sucedido de Tebas, junta legiões de soldados para tentar invadir a Ática (região onde se localizava Atenas), como os espartanos tinham vantagem em terra, Arquidamos visava pressionar Perícles e os atenienses para que dessem concessões ou fossem forçados a lutarem em campo aberto, especialidade dos espartanos, assim, o ritmo com que marchavam era lento e Arquidamos recebeu muitas críticas por isso.

Porém, Perícles previra os movimentos de Arquidamos e evacuou as populações que viviam no campo juntamente com seus animais e suprimentos para dentro das fortificações da cidade de Atenas, assim, como a muralha de Atenas se estendia até o porto de Pireu, os atenienses poderiam continuar com as rotas de comércio. Por onde os espartanos passavam os campos eram destruídos, mas não conseguiram pressionar Atenas o suficiente para que lutassem em campo aberto.

A política de Pericles no primeiro momento esteve na defensiva, foca-se além da defesa da cidade em atrapalhar as rotas comerciais que iam para o Peloponeso, e em Assembleia aconselhou que tomassem Mégara (cidade aliada dos espartanos) pois estava em uma posição privilegiada. (Neste momento os guerreiros espartanos já tinham recuado novamente para o Peloponeso).

Entretanto a Assembleia votou para que se mantivessem na cidade e por uma maré de azar, a cidade sofreu uma epidemia de uma peste trazida do Egito que diminuiu bastante a força militar ateniense e levou seu líder Péricles a morte. 



Após a morte de Péricles, Cléon que era um entusiasta da guerra assume o poder e consegue convencer a Assembleia de Atenas a partir para o ataque. Atenas vence sucessivas batalhas marítimas contra a frota de Corinto (Batalha de Naupacto).  Entretanto, a cidade de Mitilene, que era cidade da liga de delos, passa para o lado dos peloponesos com ajuda de Esparta, essa cidade gera uma revolta para tornar a ilha de Lesbos independente do império, o exército ateniense sufoca a revolta.

Lesbos então deixa a liga de delos e se junta a liga do Peloponeso, tornando a situação de Atenas com seus aliados mais precária. Cleón resolve atacar a região da Beócia, que era controlada por Tebas e ainda começa a fazer campanhas na Etólia para pacificar a região mas, Demóstenes, o comandante é derrotando no primeiro momento mas consegue defender os aliados de Atenas e derrotar esparta.

Em 427 a.C, Córcira, aliada de Atenas passa por uma guerra civil entre os democratas e os aristocratas e esparta aproveitando o momento enviou sob o comando de Alcidas, tropas para atacar Córcira, as tropas de apoio ateniense não conseguiram evitar a derrota de Córcira sendo solicitado mais reforços marítimos de Atenas.

Os reforços foram impedidos por uma tempestade e Demóstenes teve que refugiar os navios na costa do Peloponeso, em Pylos. Os espartanos assim que souberam da notícia organizaram tropas para enviar ao local.

Brásidas, o comandante espartano, chega com muitos navios contra os atenienses, fazendo ataques tanto pelo mar quanto pela terra, porém, Demóstenes ordenou que se fizesse um forte com três dos navios atenienses e enviou de volta dois navios para se buscasse reforço de Atenas, conseguindo organizar sua defesa.

Brásidas enquanto lutava para penetrarem o forte, foi ferido gravemente e teve que se retirado da batalha. Os reforços de Atenas destruíram a marinha espartana sobrando então apenas o ataque terrestre. Os espartanos continham apenas 440 soldados de elite que foram cercados por atenienses na ilha, essa batalha ficou conhecida como batalha de pylos.

Os espartanos então, resolvem recuar até uma ruína próxima e instalaram um forte, e entre os 440 homens, 290 aproximadamente se renderam chocando o mundo grego, afinal, nunca um soldado espartano havia se rendido.

Diante de tal humilhação, os espartanos pediram uma trégua a Atenas, porém Cleón recusa e a cidade de Délio abandona a liga do Peloponeso e se junta a Liga de Delos. Ao mesmo tempo que, Brásidas subjulgava colônias atenienses fazendo com que Cleón fosse enviado para defender os aliados. Brásidas vence a batalha, mas tanto Cleón quanto Brásidas morrem em campo de batalha.

A guerra já durava mais de dez anos, ambos lados estavam cansados e sem vontade de continuar o conflito, o general ateniense Nícias que sempre indicou o fim do conflito pela diplomacia assume no lugar de Cléon e faz um acordo de paz conhecido por Paz de Nícias em 421 a. C juntamente com o rei interino Plistoanáx de Esparta com os termos de devolverem todos territórios conquistados durante a guerra e libertarem os presos espartanos.

Segundo Período 415-413 a.C

Após a morte de Brásidas e Cléon, houve essa tentativa da paz de Nícias, que deveriam durar 50 anos, porém as tensões entre a liga de Delos e a aliança do Peloponeso fizeram com que a paz durasse 6 anos, isso também é refletido pelo fato de Corinto e Tebas não terem aceitado o tratado de paz, mantendo a tensão no ar.

O líder ateniense vigente nessa época era o Alcibíades, ele juntou apoio popular e planeja derrotar Esparta, a cidade de Argos que era aliada de Esparta se une à Atenas, fazendo com que Atenas atacasse Esparta diretamente em seu território, porém essa “rebelião” foi derrotada rapidamente pelo rei espartano Ágis II, o que deu um ar de esperança para Esparta, relembrando novamente sua superioridade terrestre.

Atenas, mesmo derrotada nessa batalha, tem a ideia de invadir a Sicília, mais especificamente a cidade de Siracusa, que era um forte abastecimento de suprimentos para Esparta. Contudo, era um plano muito arriscado que, apesar do apoio popular, teve muita discussão entre a liderança sobre o que fazer, foi quando houve uma conspiração que destituiu o líder ateniense Alcebíades do poder, dizendo que por sacrilégio contra uma estátua do Deus Hermes e o mesmo acaba sendo exilado, se refugiando em Esparta, onde conta os planos dos atenienses sobre a invasão de Sicília.

A liga de Delos manda um enorme exército sob o comando de Nícias para comandar a região de Sicília, de início, foi fácil pra eles dominando as cidades pequenas no caminho, já em Siracusa, os dois exércitos se chocam tendo como vitorioso o exército ateniense, fazendo o exército de Siracusa se refugiar nas muralhas da cidade. Esparta manda reforços e dinheiro para contratar mercenários e aliados, os atenienses tiveram a ideia de construir muros de determinada forma em Siracusa que faziam com que eles ficassem encurralados mas os siracusos revidam e constroem contra muros para impedir de serem encurralados, então Níceas vê que o cerco não vai dar em nada e mandou um mensageiro solicitar o fim da campanha. Porém, as lideranças atenienses acham que eles têm chances de ganharem se enviarem reforços, então, mandam Demóstines e seu exército para lá.


Agora, Demóstines e Níceas tentam atacar a cidade, mas não obtém sucesso, eles já tinham percebido que não ia dar certo, mas tinham medo de retornarem como perdedores, quando estavam prestes a retornar, veem um eclipse lunar e acreditaram que era um bom presságio, então retornaram, achando que o dinheiro de Siracusa estava acabando e os aliados iam abandoná-los. Então, são surpreendidos por um poderoso ataque contra a marinha ateniense, que estavam atracados no porto, os atenienses foram totalmente dizimados em mar, então os soldados que estavam em terra viram que não tinham a menor chance contra o exército espartano e começaram a fugir, porém acabaram sendo perseguidos e derrotados, mataram também Níceas e Demóstines, sendo uma vitória grandiosa para Esparta sob o comando do general Gillipus. Atenas perdeu cerca de 10mil soldados e 20mil marinheiros, a perda dos marinheiros foi algo catastrófico, pois Atenas sempre se mostrou superior nas águas e uma perda dessas abalou toda a estrutura.

Essa foi uma das batalhas mais importantes, pois, após essa derrota de Atenas, aconteceu uma reviravolta, com Esparta novamente por cima e, após a derrota ateniense, vários aliados a abandonaram e cidades neutras, vendo a fragilidade de Atenas, viraram para o lado de Esparta, mas ainda assim, mesmo após essas perdas e após a morte dos 20 mil marinheiros, Atenas ainda tinha uma poderosíssima marinha e a guerra não estava ganha.





Terceiro Período 412-404 a.C

Conhecida como Guerra Jônia é a terceira e última parte da guerra do Peloponeso, começou em 412 a. C. com a fortificação de Decélia. Durante a primavera de 412 a. C., rei espartano Agis II, aconselhado por Alcibíades, capturou Decelia, uma força no território ateniense.  A fortificação serviu como uma base de operações para as realizações de pilhas regradas em toda a Ática. A escolha desta população não foi aleatória, pois sua localização próxima a Atenas.


Devido ao fracasso na invasão a Sicilia, Atenas teve uma grande perda de seus recursos monetários e uma diminuição de sua frota naval. Algumas ações foram tomadas pela frota ateniense para recuperar os territórios e controlar o estreito do Helesponto e do Bósforo para garantir o abastecimento de grãos dos territórios.  A frota ateniense obteve alguns sucessos no Helesponto contra o esquadrão do Peloponeso e algumas outas grandes vitorias navais em Cinosema (411 a. C.), Cícico ou Cízico (410 a.C.), a reconquista do seu território em Bizâncio (408 a. C.) e a vitória de Arginuse (406 a. C.).



Esparta sabia que mesmo com a diminuição da frota naval de Atenas a mesma tinha um grande domínio naval e com isso Atenas ainda era uma grande ameaça nos mares, por isso Esparta aliaram-se aos seus inimigos Persas em troca de uma frota naval para confrontar os atenienses no mar e ouro, e em troca deixariam o caminho livro para os persas conquistarem as colônias gregas na Ásia Menor.



A partir dessa aliança o espartano Lisandro um grande estrategista Durante a primavera de 405 a. C., realizou em Éfeso a reconstrução de uma frota de pelo menos 200 trimes. No início, ele se conteve em dar pequenos golpes contra algumas cidades, fiéis aos atenienses que fez a diferença na guerra. Com os persas atacando Atenas pelos mares e fechando suas rotas de comercio maritimo, os espartanos seguiram atacaram por terra, assim conseguiram tomar Lâmpsaco, e tiveram o triunfo na Batalha de Egospótamo (405 a.C.) e com isso Esparta teve o controle do Helesponto, o trouxe a Atenas todo fechamento de suas rotas de comercio e Atenas ficou sem suprimentos e o cerco se fechou sobre Atenas, os espartanos subjugaram Atenas pela fome. Em 404 a.C. Esparta venceu a Guerra do Peloponeso após a rendição de Atenas.

Consequências

A queda de Atenas marcou a ascensão de Esparta e desfez a única via possível para a unificação política do mundo grego, bastante afetada pela devolução aos Persas das cidades da Ásia Menor em troca do seu ouro.

 Houve a substituição do modelo baseado na confederação de Delos, por um sistema militarista, como o de Esparta, causou alguns desgastes do mundo helênico como a queda da econômica de várias cidades consideradas poderosas, devido aos gastos exorbitantes com a guerra e disputas internas entre as principais cidades-estados), porém manteve a independência do modelo espartano.

Tempos depois, se aproveitando dessa situação, o rei macedônico, Filipe II, promoveu a organização de um grande exército que conquistou os territórios gregos ao longo do século IV a.C.

Um fator desta guerra se dá ao fato de ter envolvido quase todos os Estados gregos, anteriormente, as guerras tinham um caráter estival, de curta duração e poucos combatentes, sem grandes estratégias e investimentos logísticos. A Guerra do Peloponeso foi diferente: grandes blocos de Estados, várias áreas de combate, com estratégia definida e dependendo da ação de Esparta ou Atenas - uma, potência terrestre; a outra, naval e detentora de um império financeiro e comercial.


Para Saber Mais:

A Guerra do Peloponeso foi narrada por Tucídides, você pode ter acesso ao pdf [clicando aqui].

Além do livro História da Guerra do Peloponeso de Tucídides, muitas das informações aqui usadas foram retiradas da Série do canal do Youtube Foco na História. São pequenos vídeos que narra esse momento histórico. [Clique aqui] para acessar a série.
 
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