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Sun Tzu
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Quando falamos de China, temos
sempre que nos lembrar de seus valores filosóficos. Essa filosofia que
influencia em tudo que esse povo faz, desde sua religião à maneira que eles
guerreiam. A guerra então foi um elemento fundamental na sociedade chinesa, já
que esses enxergavam na guerra uma maneira de manutenção do estado e de
proteção às invasões bárbaras do norte. Essa cultura da guerra foi em alguns
momentos tão forte que os chineses chegara até a criar códigos de guerra,
assim, unindo a filosofia e a guerra. Um exemplo disso é o general Sun Tsu
autor do livro "A arte da Guerra" e da famosa frase, na qual
diz que "O verdadeiro propósito da guerra é a paz".
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| Guerreiro de Terracota |
Os chineses sempre foram muito
tecnológicos e inventivos em todas as áreas, então, com relação ao uso de armas
não seria diferente. As primeiras armas usadas pelos chineses foram aquelas que
se assemelhavam à instrumentos do trabalho no campo, assim, os chineses
eram treinados ao uso dessas armas e também poderiam fazer trabalhos agrícolas
enquanto não estivesse em guerra. Posteriormente com a profissionalização do
exército, foram surgiram outras armas como o sabre, facão e arco e flechas. Os chineses também foram
responsáveis pela utilização da pólvora desde muito cedo, então, eles
não demoraram muito para usar desse elemento na guerra com armas de fogo.
Outra característica da guerra
chinesa é a arte marcial, o que condiciona a formação de um exército de
guerreiros disciplinados e saudáveis. As artes marciais chinesas, são chamadas
de Wu shu (Arte da Guerra), que propunha, o ensino de uma maneira de
lutar que não envolva apenas técnicas de luta, mas também uma boa saúde e uma
espiritualização de disciplina interna e externa. O popular Kung Fu, se
é dito que ele é uma expressão usada para designar um esforço necessário para
se aprender o wu shu, significaria "Fazer com excelência", então a
arte marcial ficou popularizada no ocidente como Kung Fu.



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